Apresentação

Comportamento do consumidor

http://www.hypeness.com.br/2015/04/se-pudesse-escolher-entrar-em-duas-portas-bonita-ou-normal-em-qual-entraria/

O que é ser proativo

O Abacaxi
João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.
O Abacaxi
João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.
Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
— Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.
O Juca,que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão escutou atentamente e disse:
— João, foi muito bom você vir aqui.
Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda.
Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço.
Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
— E aí, João?
— Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
— E quanto custa?
— Isso eu não perguntei, não.
— Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
— Também não perguntei isso, não.
— Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
— Não sei, não…
— Muito bem, João. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
— Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda.
Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Em oito minutos o Juca voltou.
— E então? – indagou o patrão.
— Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo – explicou Juca.
Agradecendo as informações,o patrão dispensou-o.
Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:
— João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?
— Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.
E o João deixou a sala…
Tem muita gente assim. Acomodada, que não faz absolutamente nada além do que foi estritamente pedido ou solicitado. São pessoas que acham “que já fazem demais” e sentem-se os eternos injustiçados. Num mercado competitivo como o do mundo atual, quem for melhor, quem se esforçar mais, quem se interessar realmente pelo que faz, é óbvio, que vai galgar postos no ambiente de trabalho. Não se restrinja, não se limite, amplie seus horizontes. Só assim você vai se destacar e ter sucesso na sua vida profissional.
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— Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.
O Juca,que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão escutou atentamente e disse:
— João, foi muito bom você vir aqui.
Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda.
Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço.
Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
— E aí, João?
— Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
— E quanto custa?
— Isso eu não perguntei, não.
— Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
— Também não perguntei isso, não.
— Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
— Não sei, não…
— Muito bem, João. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
— Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda.
Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Em oito minutos o Juca voltou.
— E então? – indagou o patrão.
— Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo – explicou Juca.
Agradecendo as informações,o patrão dispensou-o.
Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:
— João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?
— Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.
E o João deixou a sala…
Tem muita gente assim. Acomodada, que não faz absolutamente nada além do que foi estritamente pedido ou solicitado. São pessoas que acham “que já fazem demais” e sentem-se os eternos injustiçados. Num mercado competitivo como o do mundo atual, quem for melhor, quem se esforçar mais, quem se interessar realmente pelo que faz, é óbvio, que vai galgar postos no ambiente de trabalho. Não se restrinja, não se limite, amplie seus horizontes. Só assim você vai se destacar e ter sucesso na sua vida profissional.
Fonte: www.andremansur.com.br


Tendências no turismo

https://attachment.fbsbx.com/file_download.php?id=893912167318811&eid=ASu5JN987YJKXjOHfSQ5NQd7dOTnuC78CsDrJ_olsPxgM0AwJj4lE77HCF1qSOVev9g&inline=1&ext=1426809779&hash=ASvPxgct_rHqZhva

ENOTURISMO

Enoturismo cresce em Portugal com turistas atraídos por visitas e provas

Fonte: fugas.publico.pt

O Turismo de Portugal realizou o primeiro inquérito sobre enoturismo no país: provas de vinho e visitas guiadas a instalações e vinhas são as actividades mais procuradas neste sector em que, garante metade dos inquiridos, a procura tem vindo a crescer.
O estudo "Enoturismo em Portugal - caracterização da oferta e da procura", divulgado em Dezembro pelo Turismo de Portugal, apresentou dados concretos sobre as preferências dos turistas dos vinhos mas também se destaca por outras mais-valias, caso das recomendações para que a “experiência enoturística” seja mais “enriquecida”: no caso, com foco na "maior diversificação das actividades, a existência de horários constantes e alargados, a não exigência de marcação prévia para um maior número de actividades e uma promoção mais abrangente, nomeadamente com um melhor uso da Internet”.
De acordo com os resultados do estudo, a maioria dos inquiridos (399 no total) disponibiliza as “actividades consideradas básicas numa unidade de enoturismo”: provas de vinho, visitas guiadas às instalações e à vinha e a existência de uma loja. Ofertas que atraem a maioria dos visitantes (76%), apesar de muitas unidades disponibilizarem outro tipo de actividades, como refeições temáticas (48%), cursos de vinho (30%), provas de outros produtos (27%) ou exposições (26%). Apenas 31% possui ainda alojamento e 16% restaurante. No entanto, a esmagadora maioria das actividades exige marcação prévia ou um número mínimo de clientes para serem realizadas.
Em termos da evolução da procura, 50% das unidades de enoturismo referiu que esta aumentou em 2013 face ao ano anterior, enquanto 34% afirmou ter-se mantido e 12% verificou uma diminuição da procura. A mesma percentagem, 12%, assinalou um menor volume de negócios, mas 46% disse ter subido e 38% garante ter-se mantido igual a 2012.
O inquérito foi feito online a 339 unidades de enoturismo, entre Abril e Julho, confirmando uma crescente aposta no sector. Os últimos 14 anos viram nascer 78% das empresas de enoturismo inquiridas, 27% das quais entre 2010 e 2013, em plena crise económica.
Este destaque no segmento da Gastronomia e Vinhos foi, precisamente, uma das premissas para a realização do estudo, uma vez que o enoturismo “tem presença em todo o território nacional, regista importantes investimentos em equipamentos modernos e atractivos e uma crescente oferta de serviços turísticos com capacidade para atrair turistas para zonas de menor densidade turística, nomeadamente em épocas que contribuem para a atenuação da sazonalidade”.
Para a realização do inquérito foram consideradas como unidades de enoturismo “todas aquelas que produzem vinho, realizam visitas (com ou sem marcação) e fazem venda de vinho nas instalações. Contemplaram-se, ainda, as caves de vinhos do Porto, bem como algumas adegas cooperativas que, embora podendo não facultar o conjunto dos três serviços referidos, fazem parte do universo do enoturismo”.

Vídeos orientam sobre artigos científicos e TCC

http://porvir.org/porcriar/videoaulas-gratuitas-ensinam-fazer-de-tcc-tese/20130813

http://porvir.org/porfazer/usp-lanca-curso-online-sobre-producao-de-artigo-cientifico/20130806

Oportunidade para adquirir livros

A Cengage  atenderá os estidantes com descontos especiais via web com frete gratuito com validade de 30 dias a partir de 20/02. (fonte: Cengage).
Catálogo Universitário  2013 – 2014
http://issuu.com/cengagebrasil/docs/catalogo_ls_2013_2014_baixa

(fonte: Cengage)

Revista Lusófona de Estudos Culturais


Chamada de trabalhos
Revista Lusófona de Estudos Culturais (RLEC) Nº 5
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)
Universidade do Minho/Universidade de Aveiro
http://estudosculturais.com/revistalusofona/index.php/rlec/index

http://www.comunicacao.uminho.pt/upload/docs/cecs/calls_rlec5.pdf

Vinhos e lusofonia

http://www.revistadevinhos.pt/artigos/show.aspx?seccao=reportagens&artigo=15460&title=alargase-o-mapa-do-vinho-em-portugues&idioma=pt

Chamada de artigos.

ade”, nº 28
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Universidade do Minho – Portugal
http://www.comunicacao.uminho.pt/cecs
NÚMERO TEMÁTICO
Media(ções), Mobilidades e Cultura
Coordenadores do Volume:
Emília Araújo (emiliararaujo@gmail.com), Denise Cogo (denisecogo2@gmail.com) &
Manuel Pinto (mjspinto@gmail.com)
Data-limite | 30 de Março de 2015
Línguas | Português e Inglês*
O conhecimento e a experiência da mobilidade surgem cada vez mais associados a
formas específicas de informar e de comunicar, tornando-se objeto de diferentes
construções e visibilidades nos vários tipos de media.
No contexto de vida atual, marcado por conflitos militares, ameaças de novas
pandemias e vários tipos de catástrofes naturais, migrações e deslocações humanas,
estão a tornar-se mais prementes os estudos sobre os vários perfis, motivações e
implicações das mobilidades, assim como acerca do modo como são mediadas pelas
tecnologias da comunicação, configurando novos significados sobre o tempo, a
temporalidade e o espaço, novas experiências de vida, mas também novos desafios,
de índole pessoal , institucional e global.
Neste número da revista editada pelo Centro de Estudos de Comunicação e
Sociedade da Universidade do Minho, pretende-se, assim, reunir trabalhos de
investigação que permitam aprofundar conhecimento e a reflexão sobre a relação
entre os media, as mobilidades e a cultura, no quadro das (não)transformações
culturais e comunicacionais que marcam os modos de vida nas sociedades
globalizadas do mundo moderno – um mundo em crise, um mundo marcado pelas
ruturas de equilíbrio em várias das esferas constitutivas da experiência individual,
cultural, social e política, mas também um mundo em se abrem continuamente portas a mudanças profundas com várias potencialidades nos domínios da comunicação, das
sociabilidades e dos modos de vida.
Com base neste entendimento, propomo-nos organizar uma edição multi disciplinar e
aberta dos estudos científicos que se interessam pelos fenómenos das mobilidades,
dos media, dos desenvolvimentos técnico-científicos e da cultura. Serão aceites
propostas que trabalhem as relações entre estes conceitos de um ponto de vista
empírico e documentado e também artigos que proponham reflexões conceituais
aprofundadas sobre modos de abordagens e problematizações de vários autores e
áreas disciplinares que se cruzam no estudo destas relações, em contexto nacional e
supranacional.
****
"Comunicação e Sociedade" é uma revista arbitrada por pares e opera num
processo de dupla revisão cega. Cada trabalho submetido será distribuído a dois
revisores previamente convidados a avaliá-lo, de acordo com a qualidade académica,
originalidade e relevância para os objetivos e âmbito da temática desta edição da
revista. [http://revistacomsoc.pt/]
Cada artigo aceite será publicado em Português e Inglês.
Submissão
Os originais deverão ser enviados em formato “Word” para cecs@ics.uminho.pt com
conhecimento (“Cc”) também para um dos coordenadores deste número temático:
Emília Araújo, emiliarraaujo@gmail.com
*Os originais serão submetidos em Português ou em Inglês. A tradução para a
segunda língua é, no entanto, da responsabilidade dos autores, podendo a sua
entrega ser feita apenas após a confirmação de aceitação para publicação.
No ASSUNTO da mensagem, os autores deverão escrever: Comunicação e
Sociedade – nº 28
Regras Editoriais
As regras editoriais para a submissão electrónica de manuscritos estão disponíveis
aqui: http://revistacomsoc.pt/index.php/comsoc/about/editorialPolicies#custom-2
Notificação das decisões de aceitação (via e-mail): até 30 de junho de 2015
Data de publicação da revista: Dezembro de 2015


Fonte: http://www.comunicacao.uminho.pt/upload/docs/dcc/rcc_chamada_de_artigos_28.pdf

Marketing de Lugares ou Territorial

Fonte: file:///C:/Users/USUARIO/Downloads/O_estrategico_marketing_de_lugares-4.pdf
Fonte: http://www2.ufp.pt/~lmbg/com/brandingterrit_obranasce07.pdf

Consumidor 3.0 ( Comportamento do turista 3.0)


Fonte:http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/oit/article/view/5741
Fonte: http://www.convibra.com.br/upload/paper/adm/adm_2603.pdf
Fonte: http://repositorio.ucp.pt/handle/10400.14/14812
Fonte:http://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-PT&q=cultura+digital+e+a+economia+do+tempo&btnG=&lr=

BUSINESS TO BUSINESS




Compra coletiva e as operadoras do turismo

Roseane Barcellos Marques Sousa; Valeria Bonin;Thais Funcia

Fonte: http://lajbm.com/index.php/journal/article/view/130/83

Marketing Interno

Endomarketing como ferramenta para a implantação da
hospitalidade na hotelaria 

Endomarketing as tool for deployment of hospitality in hotel
management

Autor: Thomaz Massato Takayama Kobayashi
Orientadora: Profª. Dr.ª Diney Adriana Nogueira de Oliveira
Fonte: http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/oit/article/viewFile/5732/4443